terça-feira, 21 de março de 2017

ANTOLOGIA DE POESIA ALENTEJANA (2)

Serpa do Vento Suão
Os rostos que passam, cansados, nas ruas
Enrugados pela seca e pelo tempo que escorre devagar
São rostos sem tempo, à margem do tempo
Que condena a margem esquerda, que esmaga sem parar.

Para além do Odiana e antes da fronteira
Desperta a tua alvura que invade o meu olhar.
A tua solidão é esventrada dodesterro
É cântico da terra que greta pelo vento
Suor de um povo em terra a naufragar.

O contraste esbate-se na tua vida quieta
Que esconde a história longa de sonhos deserdados
Traços gravados nas alvas casas térreas
No perfil seguro das casas senhoriais
Nas soberbas oliveiras carcomidas pelo tempo
Na sóbria compostura de teus amuralhados.

Cercam-te as securas dos longos estios
Soprados no suave serpentear das searas
Pelos cálidos ventos Suão.
Choram de saudade as pedras das calçadas
Dos cascos dos muares, agora quase ausentes
Do seu matraquear lento e compassado
Arrastando as horas nas tardes de Verão.

Vestes negras, rostos cansados
A terra seca, quase desolada
Os passos não se atropelam
É lenta, é insegura, quase sem esperança
A caminhada.

Na fronteira dos esquecimento e da memória
Para além do Odiana, àquem de Andaluzia
Os ventos queimam terra, são o fogo
Não sopram donde sopra a maresia.
JAO

FRONTEIRA: Meia-Maratona Atoleiros


14º Portalegre Jazz Fest

Na sua 14ª edição, o Portalegre JazzFest volta a abrir o seu programa à diversidade do jazz dos nossos dias, tendo como único denominador comum dos vários projectos apresentados precisamente a sua contemporaneidade. São muitas as pontes estabelecidas pelas formações que vão actuar no CAEP – do jazz com a sua própria história e com uma ideia de futuro, do jazz com a pop, a folk, a música clássica contemporânea, a música livremente improvisada, o rock e o mais que venha a propósito ou mesmo a despropósito, sem tabus. Se o segundo fim-de-semana do festival é dedicado à cena norueguesa, com projectos fortes como Ballrogg e Friends & Neighbors, o jazz nacional marca igualmente uma relevante presença. A parceria entre João Hasselberg e Pedro Branco tem levantado algumas consideráveis ondas por onde passa e a que junta Pedro Sousa e Gabriel Ferrandini vai fazer-se sentir nas próprias ruas de Portalegre, pois irá tocar para os transeuntes, sem se fazer anunciar. Como é de tradição, com todo este jazz chegam provas de vinhos e produtos regionais, na ideia de que alimentar os ouvidos funciona melhor quando também há uns petiscos para o estômago e uma boa pinga do Alentejo.
24 MAR. SEX. 21.30H
SHELTER
14º Portalegre JazzFest | GA | 6 €  / Passe 20 € (com oferta de 4 CDs) | M/4 anos
NATE WOOLEY Trompete
KEN VANDERMARK Saxofones tenor e barítono, clarinete
JASPER STADHOUDERS Baixo elétrico e guitarra
STEVE HEATHER Bateria
O projeto Shelter é apresentado pelos seus músicos como “o som do futuro, agora”. E assim é de facto, ainda que as premissas da música que tocam venham do passado. Estão elas no free jazz mais vernacular (aquele da transição da década de 1950 para a de 60 e que teve Ornette Coleman como principal arquiteto), e no pós-punk dos anos 1980, representado por bandas como This Heat ou The Fall.
O grupo é novo, mas decorre de uma série de cumplicidades anteriores e paralelas à sua constituição. Wooley e Vandermark (este no seu regresso ao Jazzfest), têm um duo desde 2013, já com dois álbuns editados. Vandermark e Stadhouders trabalham juntos nos Made to Break desde 2014, e o rasto que este coletivo está a deixar teve no início de 2017 o seu quinto disco. Por sua vez, Heather  contribui decisivamente para o International Improv Ensemble, de Jasper Stadhouders (do qual, acrescente-se a título de curiosidade, faz parte o português Luís Vicente). Ou seja, se a fórmula Shelter está fresca ainda, beneficia do sólido conhecimento que os seus promotores têm uns dos outros, e daí que cada um pareça adivinhar o que os demais vão fazer a seguir. Energia, liberdade e arrebatamento são as palavras-chave para descrever a música elétrica e cheia de riffs destes quatro magníficos.

25 MAR. SÁB. 21.30H
João Hasselberg & Pedro Branco
14º Portalegre JazzFest | GA | 6 €  / Passe 20 € (com oferta de 4 CDs) | M/4 anos
JOÃO HASSELBERG Contrabaixo
PEDRO BRANCO Guitarra
AFONSO CABRAL Voz
ALBERT CIRERA saxofone
JOÃO PAULO ESTEVES DA SILVA Piano
JOÃO LENCASTRE Bateria
A revista online norte-americana All About Jazz escreveu sobre o álbum “Dancing Our Way to Death” que é difícil definir a música que nele é tocada. Tenta a designação “jazz de câmara”, à falta de melhor rótulo, acrescentando ainda que o disco tem tanto de folk e de rock quanto de jazz, em linha, de resto, com o que ouvimos nos mais recentes projetos de João Hasselberg e Pedro Branco. E o que ouvimos interseta a tradição do jazz, aceita contributos da música dita clássica, incorpora o formato da canção popular e atravessa tudo isso com uma atitude renovadora a que não é estranho um conhecimento das vanguardas do jazz e de outras músicas urbanas do nosso tempo.
Diz esta parceria de músicos de Lisboa que a sua premissa foi, e é, “não excluir nenhum caminho interpretativo à partida”. E acrescenta: “tentámos ter presente uma liberdade entre nós dois, durante a criação e a execução, e ao mesmo tempo passá-la aos outros músicos que convidámos para esta aventura”. No palco, com eles, estará a maior parte do grupo que os acompanhou no estúdio, designadamente Afonso Cabral, Albert Cirera, João Paulo Esteves da Silva (de volta ao Jazzfest) e João Lencastre, todos eles conhecidos por não terem uma visão monolítica do jazz. Ou seja, a música que se vai ouvir ao vivo, tal como no CD, desfez-se de preconceitos e ganhou originalidade.
24 e 25 MAR. SEX e SÁB. 23.30H
PeterGabriel
14º Portalegre JazzFest | Bar Gémeos | Entrada Livre | M/12 anos
PEDRO SOUSA Saxofone tenor
GABRIEL FERRANDINI Bateria
O duo de Pedro Sousa e Gabriel Ferrandini existe praticamente desde a adolescência de ambos os músicos, quando se conheceram na linha de Cascais e começaram a ouvir discos e a tocar juntos. Se mais tarde cada um deles seguiu o seu próprio caminho (Sousa entregando-se à eletrónica, com o projecto OTO, partilhado com outro amigo de juventude que também ganhou projecção pública, Pedro Lopes; e Ferrandini, aterrando no jazz e na música livremente improvisada do Red Trio e do Motion Trio, de Rodrigo Amado, depois de ter experimentado o punk, o ska, a bossa nova e mais). O certo é que, volta e meia, foi surgindo a oportunidade de voltarem a essa célula de trabalho original, a primeira de todas. O nome PeterGabriel para os identificar surgiu entretanto, e com uma tónica de ironia. Não que o universo do antigo vocalista dos Genesis estivesse assim tão fora do seu alcance. Pedro e Gabriel fizeram concertos e gravaram discos com Thurston Moore, fundador dos lendários Sonic Youth, e com Johan Berthling, membro da banda de culto sueca Tape.
Pelo caminho, Pedro Sousa trocou o sampling e a guitarra elétrica dos seus inícios pelos saxofones, formulando uma linguagem herdeira das de Peter Brotzmann e Mats Gustafsson, com incorporação das técnicas extensivas e de respiração circular, que definem as novíssimas correntes da improvisação experimental (chegou a ter lições de Jean-Luc Guionnet); e Gabriel Ferrandini estabeleceu uma abordagem muito pessoal da bateria, toda ela feita de texturas e dinâmicas desenfreadas. O jazz é o seu chão comum, mas no que fazem estão todas as músicas que também amam, para além do jazz, indo da MPB ao hip-hop alternativo, com tudo o que se pode imaginar pelo meio. Só que não é fácil reconhecer cada uma, tão misturadas ficam e tão sem casca, sem aparência, porque o que lhes interessa é mergulhar fundo no miolo do som.
31 MAR. SEX. 21.30H
BALLROGG
14º Portalegre JazzFest | GA | 6 €  / Passe 20 € (com oferta de 4 CDs) | M/4 anos
KLAUS ELLERHUSEN HOLM Saxofones, clarinete & field recordings
ROGER ARNTZEN Contrabaixo
DAVID STACKENÄS Guitarra
Num tempo de misturas de linguagens musicais, o trio Ballrogg não só está em linha com a tendência geral, como leva esta a desfechos que, expostos em papel, parecem improváveis. A música tocada por Klaus Ellerhusen Holm, Roger Arntzen e David Stackenäs pode ser descrita como a combinação do tipo de jazz elaborado, mas aberto, cunhado por figuras históricas como Eric Dolphy e Paul Bley, com a new music não-linear e indeterminista de um Morton Feldman e aquilo a que se convencionou chamar de Americana, associando em si folk, country e blues.
Todas estas referências vêm do outro lado do Atlântico, mas juntas, e da maneira como as ouvimos, têm o traço distintivo da música criativa que nos dias de hoje está a ser praticada na Escandinávia – tanto assim que ninguém mais no mundo poderia fazer com que algo assim de tão bizarro resultasse tão natural. Não surpreende, aliás, que um dos discos deste grupo tenha como título “Swedish Country”. Mas há mais nos temas dos Ballrogg, para além destas coordenadas, evitando a formulação de uma simples receita pronta a ser indefinidamente reproduzida: algumas situações musicais têm um formato neoclássico, lembrando os Clogs, e outras ganham uma dimensão eletroacústica com características ambientais e de paisagismo sonoro que nos remete para Philip Jeck.
1 ABR. SÁB. 21.30H
Friends and Neighbors
14º Portalegre JazzFest | GA | 6 €  / Passe 20 € (com oferta de 4 CDs) | M/4 anos
ANDRÉ ROLIGHETEN Saxofone tenor e clarinetes
THOMAS JOHANSSON Trompete
OSCAR GRÖNBERG Piano
JON RUNE STRØM Contrabaixo
TOLLEF ØSTVANG Bateria
Quando muitos defendem que o free jazz não pode ser melódico, os Friends & Neighbors fazem o contrário. E quando se espalha a noção de que homenagear os grandes nomes dessa corrente histórica do jazz, designadamente Ornette Coleman (a quem pilharam o nome do grupo), Archie Shepp, Pharoah Sanders e John Carter, impede que se toque uma música própria dos nossos dias, os noruegueses André Roligheten, Thomas Johansson, Oscar Grönberg, Jon Rune Strøm e Tollef Østvang provam o contrário. Em poucos casos, como o deste projeto vindo da Escandinávia, se pode dizer que a música do presente é feita com um ouvido no passado e o outro no futuro.
O neo/pós-free jazz dos Friends & Neighbors professa uma ideologia coletivista, em que os indivíduos que o criam têm espaço para encontrar a sua liberdade pessoal. Podem todos estar harmolodicamente combinados, à maneira de Coleman, mas este quinteto é na realidade a soma dos que o integram. Quando é a diminuição que se decide, por subtração de vozes em determinadas passagens, permanece a identidade do conjunto. Este procedimento resulta numa música que é livre de facto, mas flui com a cadência permanente de um rio. Improvisar, com estes músicos, não é deixar as coisas ao acaso e sim tornar o acaso numa forma de determinação.

31 MAR e 1 ABR. SEX e SÁB. 23.30H
Party Knüllers
14º Portalegre JazzFest | Bar Clube Lounge | Entrada Livre | M/12 anos
FRED LONBERG-HOLM Violoncelo, guitarra, eletrónica
STÅLE LIAVIK Bateria
Party Knüllers, assim se chama o duo de jazz de “garagem” e experimental formado por Fred Lonberg-Holm, uma das figuras de proa da cena de Chicago, e por Ståle Liavik, uma das forças motrizes da improvisação norueguesa, caracterizado por “uma obsessiva e divertida necessidade de inventar e explorar novos sons e novas formas de comunicação musical”, segundo a imprensa especializada. A abordagem que Lonberg-Holm faz do violoncelo já foi comparada com o que faz Thurston Moore, o guitarrista dos já defuntos Sonic Youth (que vêm introduzindo no rock um enorme fascínio pelo free jazz). Como este, o seu estilo pessoal é rico em harmónicos fragmentados, proporcionados pelo uso extensivo do pedal de distorção e pela eletrónica. Liavik é, pelo seu lado, conhecido por dar tensão às situações musicais em que se insere, por meio do seu entendimento fragmentário do ritmo e da percussão.
Se a dupla é nova, as colaborações entre estes músicos vêm de trás, quando ambos tocavam nos VCDC, de Frode Gjerstad e Stine Janvin-Motland, nos Gorilla Ass Piano, de Per Zanussi e em formações de Keefe Jackson e Jim Baker. Neste jazz do século XXI, cabem o rock, a música de dança, a improvisação livre e muito mais, ou não fossem esses os ingredientes do entendimento jazz, tanto em Chicago como em Oslo, cidades de referência da atual música criativa. Só músicos como estes poderiam ter tocado tanto com os Wilco (Lonberg-Holm), como com Phil Minton (Liavik).

FMM SINES ganha prémio de melhor programa cultural ibérico

O Festival de Músicas do Mundo de Sines (FMM Sines) ganhou três prémios nos Iberian Festival Awards, incluindo o de Melhor Programa Cultural ibérico e o de Melhor Festival a nível nacional. Na 2.ª edição dos Iberian Festival Awards, em Barcelona, o FMM Sines foi ainda distinguido como o festival com melhor promoção turística em Portugal.
Os Iberian Festival Awards (Prémios dos Festivais Ibéricos) são promovidos pela Associação Portuguesa de Festivais de Música para distinguir os melhores festivais que se realizam em Portugal e Espanha
A 19.ª edição do FMM Sines realiza-se de 21 a 29 de julho em Porto Covo e Sines. Organizado pela Câmara de Sines desde 1999, o FMM Sines é um festival “aberto a todas as músicas: de raiz tradicional, urbanas, alternativas, experimentais e de cruzamento”.

Faz Acontecer Ponte de Sor irá decorrer no município já em Março

Palestra e Bootcamp que pretende motivar Jovens a Fazer Acontecer!
Durante o mês de Março os jovens do município de Ponte de Sor, vão ter a oportunidade de assistirem a uma forte, intensa e inspiracional mensagem de André Leonardo, durante a Palestra Faz Acontecer, bem como imergirem em 3 dias intensivos de trabalho no Bootcamp Faz Acontecer, onde irão gerar ideias de negócio, desenvolver modelos de negócio e apresentar a sua ideia a empresários locais.
 “Num mundo que faz da instabilidade e da incerteza a nova realidade, os jovens são obrigados a adaptar-se. Num mundo cada vez mais competitivo têm de aprender a dar o passo, a fazer acontecer por si, a colaborar e interagir com tudo e todos. Não apenas a um nível local mas a uma escala global. Têm de ser pessoas pró-ativas com grande capacidade de adaptação, profundo conhecimento de outras culturas e capacidade de lidar com pessoas diferentes. Necessitam cada vez mais de ter mente aberta, espírito livre e desenvolver uma série de skills, transversais, e que aliados aos nossos skills técnicos profissionais se tornam absolutamente fulcrais no mundo atual”, conta André Lenardo.
As Palestras Faz Acontecer, de André Leonardo irão decorrer no dia 21 de Março de 2017 na Escola Secundária de Ponte de Sor. As variadas histórias dos quatro cantos do mundo, aliadas ao seu único e ‘fora da caixa’ percurso de vida fazem do André Leonardo um orador com uma forte, intensa e inspiracional mensagem extremamente relevante para os jovens. Numa palestra motivacional fora da caixa, de registo informal, com as “mangas arregaçadas” e com a duração de sensivelmente 1h30, prometemos inspirar os jovens na plateia para fazerem acontecer!
 O Bootcamp Faz Acontecer será realizado nos dias 24, 25 e 26 de Março no Centro Artes e Cultura de Ponte de Sor. Serão três dias de imersão e ativação divididos em workshops, que têm como objetivo desenvolver uma cultura empreendedora nos jovens do município, trabalhando ideias e projetos, estando previsto o seguinte plano de atividades:
        - 1º Dia – Geração de ideias de negócio + Team building
        - 2º Dia – Desenvolvimento de modelos de negócios + Pitch
        - 3º Dia – Avaliação do Pitch por 3 empresários locais
 Para mais informações sigam as nossas iniciativas por Portugal de Norte a Sul em www.FazAcontecer.pt ou no facebook em www.facebook.com/FazAcontecerPortugal
 Sobre a Faz Acontecer
Faz Acontecer é uma consultora na área do empreendedorismo e intra-empreendedorismo. Organizamos Eventos, Bootcamps e Palestras, com o objetivo de Inspirar, Impactar e Fazer Acontecer.

34ª Ovibeja promove o Hall of Fame dos Azeites Mundiais e dos Produtos Agro-Alimentares na Casa Alentejo em Lisboa

 E, se de repente, “Todo o Alentejo deste mundo” encontrasse “Todo o mundo no Alentejo” ?
 É esta a aposta da 34ª Ovibeja através do AgroAlentejoExport. O tema principal da Ovibeja, que se realiza de 27 de Abril a 01 de Maio é a promoção dos produtos agro-alimentares do Alentejo tendo em vista a sua internacionalização e potencial exportador.
 A primeira acão vai acontecer na Casa do Alentejo, em Lisboa, nos dias 23 e 24 de Março, e consiste na reunião do Júri Internacional para apreciação de azeites de todo o mundo apresentados ao 7º Concurso Internacional de Azeites Virgem Extra – Prémio CA Ovibeja. Cerca de 40 peritos, oriundos de 12 países: Portugal, Espanha, Itália, Grécia, Eslovénia, Alemanha, Chile, Argentina, Tunísia, Japão, Estados Unidos e Israel reconhecidos pelo Conselho Oleícola Internacional (COI) vão reunir para apurar os vencedores, de entre cerca de 140 amostras rececionadas. A organização deste concurso internacional, único em Portugal, está a cargo da ACOS – Associação de Agricultores do Sul em parceria com a Casa do Azeite – Associação do Azeite de Portugal e conta com o patrocínio exclusivo da Caixa Agrícola.
 Na sequência desta actividade, no Sábado, dia 25 de Março, ainda na Casa do Alentejo, das 15h:00 às 19h:00, a organização da Ovibeja vai anunciar o Hall of Fame dos azeite mundiais e apresentá-los em primeira-mão, em provas comentadas  pelos peritos internacionais que integram o júri do concurso.
 Mas como o Alentejo não é só azeite, vamos ainda provar vinhos regionais e degustar presunto, enchidos, pão, queijos, mel e muitos outros produtos agroalimentares de qualidade superior produzidos no Alentejo. Os produtores alentejanos, entidades oficiais, comunicação social nacional e internacional e o público em geral também estão convidados para se associarem ao evento.
Na Casa do Alentejo, em Lisboa, no coração da alma alentejana, é representado um mundo de Terra Fértil que, na linguagem do campo, está a lavrar regos de internacionalização. Em contexto urbano, a Ovibeja vai ser o  “Hall of Fame” dos produtos agro-alimentares de “Todo o Alentejo deste Mundo”.
A organização do evento pertence à ACOS - Associação de Agricultores do Sul.

ALEGRETE (Portalegre): V Passeio de BTT

Programa:
Concentração 8:00H Largo da Praça
N39º14`17.9 W7º19`25.0
Inicio do Passeio: 9:00H
Reforço: 11:00
Almoço: 14:00
É um evento que conta 80 participantes com inscrições Limitadas
Todos os amantes da Natureza e do BTT poderão participar, desde que tenham uma Bicicleta capaz de ultrapassar alguns desafios do que a nossa serra tem com abundância… no entanto a Organização terá sempre a preocupação de não dificultar muito o percurso uma vez que irá ser um passeio eno-gastronómico.
Estamos a contar convosco na próxima edição…
Valores para Inscrições feitas e confirmadas
Até 23-03-2016
Sócio: 17rodas – N/Sócio: 20rodas
Na Véspera ou no Dia do Passeio
Sócio: 22rodas – N/Sócio 25 rodas
Crianças - até aos 6 anos (Inclusive): Grátis dos 7 aos 12 anos paga metade do valor