terça-feira, 29 de setembro de 2015

ALPALHÃO: Exposição "Pedras com Vida" na sede da Junta

A Freguesia de Alpalhão e a Associação NISAVIVA convidam a população a visitar a  Exposição "Pedras com Vida" do escultor João Aires Garcia, inaugurada no dia 25 de setembro,  na sede da Junta de Freguesia.

A Exposição está patente ao público até dia 31 de Outubro.

terça-feira, 22 de setembro de 2015

AMBIENTE: Concentrações em defesa de um Tejo Vivo

26 de setembro de 2015, Bacia do Tejo
Rede de Cidadania por uma Nova Cultura da Água do Tejo/Tajo e seus afluentes
LISTA DE POVOAÇÕES ONDE SE REALIZAM CONCENTRAÇÕES
Portugal: "Manifestação Contra a Poluição do Rio Tejo e seus afluentes"
Quando: 26 de setembro, 15:00
Onde: Diversas povoações ribeirinhas do Tejo:
Nisa: Barragem de Cedilho
Vila Velha de Rodão: Caís de Vila Velha de Ródão
Gavião: Praia Fluvial do Alamal
Mação: Praia Fluvial da Ortiga
Abrantes: Aquapolis – Sul (Rossio ao Sul do Tejo)
Constância: Praia Fluvial de Constância
Vila Nova da Barquinha: Cais Fluvial da Hidráulica
Chamusca: Porto das Mulheres
Alpiarça: Praia Fluvial do Patacão
Santarém (rio Tejo): Praia Fluvial de Santarém
Santarém (rio Maior): Ponte de Asseca / Vale de Santarém
Lisboa: Caís das Colunas no Terreiro do Paço
Convoca: proTEJO - Movimento pelo Tejo
Mais informação: http://movimentoprotejo.blogspot.com e https://www.facebook.com/movimentoprotejo
Além disso, no mesmo dia 26 de Setembro às 20:45 o Canal 1 da RPT (Rádio Televisão Portuguesa) emitirá a reportagem "Tejo, O Rio Perdido".
El Gordo (Extremadura): " Por un Tajo vivo. Ni nucleares, ni  complejos ilegales"
Quando: 26 de setembro, 12:30 horas
Onde: Entrada complejo Valdecañas.
Convoca: Adenex, Ecologistas en Acción y FEAN (Foro Extremeño Antinuclear)
Candeleda (Castilla y León): "Por un Tajo y sus ríos Vivos y una gestión agua- territorio adecuada. NO al trasvase"
Quando: 26 de setembro, 11:00 horas
Onde: Puente Viejo, Candeleda
Convoca: Plataforma contra la Especulación Urbanística y Ambiental de Candeleda
Talavera de la Reina (Castilla-La Mancha): "No al trasvase Tajo-Segura: Por un Tajo y Alberche vivos"
Quando e Onde: 26 de setembro, 11:00 horas
     • 11:00 horas Plaza del Pan
     • 11:30 horas Puente de Hierro
Convoca: Plataforma en Defensa de los Ríos Tajo y Alberche de Talavera de la Reina
Carpio del Tajo (Toledo, Castilla-La Mancha): "Por un Tajo Vivo: No al trasvase"
Quando: 26 de setembro, 12:00 horas
Onde: Plaza de España
Convoca: Ayuntamiento de Carpio del Tajo
Toledo (Castilla-La Mancha): "Por un Tajo Vivo: Limpieza y caudal natural"
Quando: 26 de setembro, 18:00 horas
Onde: Aparcamiento Azarquiel, junto a la Estación del AVE, enfrente de la parada del Autobús
Convoca: Plataforma de Toledo en Defensa del Tajo
Aranjuez (Madrid): "Por un Tajo Vivo: No al Trasvase"
Quando: 26 de setembro, 12:00 horas
Onde: Plaza Santiago Ruseñol, Aranjuez
Convoca: Asamblea por la Defensa del Río Tajo
Colabora: Ayuntamiento de Aranjuez
Mais informação: https://www.facebook.com/TajoAranjuez2015
Sacedón (Guadalajara): Por un Tajo Vivo: No al Trasvase
Quando: 26 de setembro, 12:00 horas
Convoca: Asociación de Municipios Ribereños de Entrepeñas y Buendía

Mais informação: https://www.facebook.com/rioTajoVIVO

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

NISA: Menir do Patalou pode ser visitado a partir de 26 de setembro

No próximo dia 26 de setembro, às 21h30, em cerimónia pública, será formalmente aberto à fruição dos interessados e turistas o Menhir do Patalou, situado junto à estrada que liga Nisa à Barragem da Póvoa.
A abertura ao público do Menhir do Patalou ocorrerá numa cerimónia no local com intervenção da Presidente da Câmara Municipal de Nisa, Idalina Trindade e uma breve conferência sobre Megalitismo pelo Professor Jorge de Oliveira a que se seguirá um concerto pela Banda da Sociedade Musical Nisense.
O Menhir do Patalou, que a partir do dia 26 de setembro, pode ser livremente visitado, foi objeto de estudo e reabilitação por parte duma equipa de Arqueologia da Universidade de Évora no âmbito dum protocolo estabelecido com a Câmara Municipal de Nisa.
O Menhir do Patalou é um dos mais volumosos menhires explicitamente fálicos da Península Ibérica e encontrava-se tombado. Trabalhos arqueológicos efetuados em julho de 2015, promovidos pela Câmara Municipal de Nisa e pelo Laboratório de Arqueologia da Universidade de Évora, conducentes ao seu estudo e reabilitação, permitiram recolher carvões nas terras da sua base que submetidos a datação por radiocarbono nos informam que este menhir foi erguido em meados do 5º milénio antes de Cristo.
Com um comprimento de 4 metros e um peso a rondar as 7 toneladas foi talhado, transportado e ereto pelas primeiras comunidades neolíticas no contexto de ancestrais cultos à fertilidade. Da profunda decoração gravada que este menhir possuía originalmente preservam-se ainda vestígios de linhas serpentiformes, assim como algumas enigmáticas covinhas abertas em épocas posteriores.
Por forma a preservar integralmente a sua fossa de implantação e o sobreiro que junto se encontra, o menhir do Patalou foi agora reerguido seis metros para norte. Um pequeno marco de granito assinala o local original de implantação.
Os trabalhos arqueológicos que permitiram a reabilitação deste menhir inscrevem-se num projeto de investigação intitulado MEGANISA, promovido pela Câmara Municipal de Nisa, aprovado pela Direção Geral do Património Cultural e a desenvolver pela Universidade de Évora, através do qual estão autorizadas outras ações de valorização e divulgação de monumentos megalíticos do concelho de Nisa. Depois do levantamento do Menhir do Patalou iniciar-se-ão trabalhos de estudo e valorização no Menhir e Dólmenes dos Sarangonheiros que, conjuntamente com os monumentos megalíticos de S. Gens e Nossa Sra. da Redonda.
Fonte: CMNisa

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

NISA: Freguesia de S. Matias assinala Dia do Idoso

A Freguesia de S. Matias no concelho de Nisa vai assinalar no próximo dia 1 de Outubro, o Dia do Idoso, com um almoço e convívio a realizar na sede da Associação Cultural e Recreativa da Falagueira.
O convívio é destinado a reformados e aposentados que sejam naturais, residentes e recenseados na freguesia, estando os transportes assegurados desde as aldeias de Velada, Cacheiro, Chão da Velha e Monte Claro. As inscrições devem ser feitas até 24 de Setembro para um dos números telefónicos assinalados no programa da iniciativa.

terça-feira, 15 de setembro de 2015

O ALENTEJO É UM JARDIM (4)

Foto antiga - Mondadeiras

NISA: Abertura ao público do Menhir do Patalou

No dia 26 de Setembro, pelas 21:00, em cerimónia pública, será formalmente aberto à fruição dos interessados e turistas o acesso ao Menhir do Patalou, situado junto à estrada que liga Nisa à Barragem da Póvoa. A cerimónia que decorrerá junto ao menhir contará, para além das intervenções protocolares das entidades envolvidas, com uma breve conferência sobre Megalitismo a proferir por Jorge de Oliveira, Arqueólogo e docente da Universidade de Évora, a que se seguirá um concerto pela Orquestra Filarmónica da Banda de Nisa.
O Menhir do Patalou que a partir do dia 27 de Setembro pode ser livremente visitado foi objeto de estudo e reabilitação por parte duma equipa de Arqueologia da Universidade de Évora no âmbito dum protocolo estabelecido com a Câmara Municipal de Nisa.
Segundo Jorge Oliveira, o Menhir do Patalou é um dos mais volumosos menhires explicitamente fálicos da Península Ibérica. Os trabalhos arqueológicos efectuados em Julho de 2015, promovidos pela Câmara Municipal de Nisa e pelo Laboratório de Arqueologia da Universidade de Évora, conducentes ao seu estudo e reabilitação, permitiram recolher carvões nas terras da sua base que submetidos a datação por radiocarbono informam que terá sido erguido em meados do 5º milénio antes de Cristo.
Com um comprimento de 4 metros e um peso a rondar as 7 toneladas foi talhado, transportado e erguido pelas primeiras comunidades neolíticas no contexto de ancestrais cultos à fertilidade. Da profunda decoração gravada que este menhir possuía originalmente preservam-se ainda vestígios de linhas serpentiformes, assim como algumas enigmáticas covinhas abertas em épocas posteriores.
Por forma a preservar integralmente a sua fossa de implantação e o sobreiro que junto se encontra, o menhir do Patalou foi agora reerguido seis metros para norte. Um pequeno marco de granito assinala o local original de implantação.
Os trabalhos arqueológicos que permitiram a reabilitação deste menhir inscrevem-se num projeto de investigação intitulado MEGANISA, aprovado pela Direção Geral do Património Cultural a desenvolver pela Universidade de Évora e apoiado pela C.M. de Nisa, através do qual estão autorizadas outras ações de valorização e divulgação de monumentos megalíticos do concelho de Nisa. Depois do levantamento do Menhir do Patalou vão iniciar-se trabalhos de estudo e valorização no Menhir e Dólmenes dos Sarangonheiros que, conjuntamente com os monumentos megalíticos de S. Gens e Srª. da Redonda se constituem como um singular roteiro megalítico deste concelho. 
in ueonline - jornal online da universidade de évora -14.09.2015

NISA: Manifestação contra a poluição do rio Tejo e seus afluentes

O rio Tejo e seus afluentes têm vindo a sofrer uma contínua e crescente vaga de poluição que mata os peixes e envenena o ambiente e as pessoas.
As águas que afluem de Espanha vêm já com um elevado grau de contaminação com origem nos fertilizantes utilizados na agricultura intensiva, na eutrofização gerada pela sua estagnação nas barragens da Estremadura, na descarga de águas residuais urbanas das vilas e cidades espanholas sem o adequado tratamento e na contaminação radiológica com origem na Central Nuclear de Almaraz.
A gravidade desta poluição das águas do rio Tejo acentua-se devido aos caudais cada vez mais reduzidos que afluem de Espanha, diminuindo a capacidade de depuração natural do rio Tejo.
A poluição, em território nacional, provém da agricultura, indústria, suinicultura, águas residuais urbanas e outras descargas de efluentes não tratados, com total desrespeito pelas leis em vigor, e sem a competente ação de vigilância e controlo pelas autoridades responsáveis, valendo a ação de denúncia das organizações ecologistas e dos cidadãos, por diversas formas, nomeadamente, através das redes sociais e da comunicação social.
Esta catastrófica situação do rio Tejo e seus afluentes tem graves implicações na qualidade das águas para as regas dos campos, para a pesca, para a saúde das pessoas e impede o aproveitamento do potencial da região ribeirinha para práticas de lazer, de turismo fluvial e desportos náuticos, respeitando a natureza e a saúde ambiental da bacia hidrográfica do Tejo.
Nunca o rio Tejo e seus afluentes registaram tão elevado grau de poluição, de abandono e falta de respeito, por parte de uma minoria que tudo destrói, perante a complacência das autoridades.
Não estão em causa, de modo nenhum, as atividades realizadas por empresas e outras organizações na bacia hidrográfica do Tejo, o que se saúda e deseja, porém tal deve ocorrer de acordo com as práticas adequadas à salvaguarda do bem comum que o rio Tejo e seus afluentes constituem para os seus ecossistemas aquáticos e para as populações ribeirinhas.
Assim, o proTEJO – Movimento pelo Tejo vem convidar as populações ribeirinhas a unirem-se e a participarem na MANIFESTAÇÃO CONTRA A POLUIÇÃO DO RIO TEJO E SEUS AFLUENTES, que se irá realizar dia 26 de Setembro de 2015 pelas 15 horas, apelando a que os cidadãos se manifestem nos cais fluviais, nas praias fluviais e nos parques ribeirinhos do rio Tejo e afluentes das suas terras.
A atividade insere-se num conjunto de ações em defesa do Tejo promovidas neste dia 26 de Setembro pela Rede de Cidadania por Uma Nova Cultura da Água do Tejo de Portugal e Espanha.
Esta MANIFESTAÇÃO CONTRA A POLUIÇÃO DO RIO TEJO E SEUS AFLUENTES tem como finalidade reivindicar junto do Governo e da Agência Portuguesa do Ambiente o seguinte:
1º.  O cumprimento da Diretiva Quadro da Água, ou seja, a garantia de um bom estado ecológico das águas do Tejo;
2º.  O estabelecimento e quantificação de um regime de caudais ecológicos, diários, semanais e mensais, refletidos nos Planos da Bacia Hidrológica do Tejo, em Espanha e em Portugal, e na Convenção de Albufeira;
3º.  A ação rigorosa e consequente da fiscalização ambiental contra a poluição, crescente e contínua, que cada vez mais devasta o rio Tejo e os seus afluentes;
4º.  A intervenção junto do governo espanhol com vista ao encerramento da Central Nuclear de Almaraz, eliminando a contaminação radiológica do rio Tejo e o risco de acidente nuclear;
.  A realização de ações para restaurar o sistema fluvial natural e o seu ambiente, nomeadamente, a reposição da conectividade fluvial.

Locais de concentração (provisórios):
Concentração nas praias fluviais, nos cais fluviais e nos parques ribeirinhos do rio Tejo e afluentes das vossas terras.
Nisa: Barragem de Cedilho
Vila Velha de Rodão: Caís de Vila Velha de Ródão
Gavião: Praia Fluvial do Alamal
Mação: Praia Fluvial da Ortiga
Abrantes: Aquapolis – Sul (Rossio ao Sul do Tejo)
Constância: Praia Fluvial de Constância
Vila Nova da Barquinha: Cais Fluvial da Hidráulica
Chamusca: Porto das Mulheres
Alpiarça: Praia Fluvial do Patacão
Santarém (rio Tejo): Praia Fluvial de Santarém
Santarém (rio Maior): Ponte de Asseca / Vale de Santarém
Lisboa: Caís das Colunas no Terreiro do Paço
Solicita-se aos participantes que nos comuniquem a vossa participação, contactem a comunicação social regional e local e enviem fotografias da concentração para protejo.movimento@gmail.com ou pelo telemóvel 919061330.