29 JUL, 17h30 @ Pátio
das Artes
Em outubro de 1917 a moderna figura da
Revolução ganhava particular evidência com os acontecimentos que levariam à
formação de uma onda de protesto social que atravessaria diversas partes da
Europa e do Mundo. Cem anos depois, o ensaísta e crítico António Guerreiro e o
historiador José Neves sentam-se à volta de uma mesma mesa para discutirem os
modos de representar e fazer sentido da experiência revolucionária no decurso
da época contemporânea.
António Guerreiro é
ensaísta, professor convidado na Faculdade de Belas Artes da Universidade de
Lisboa, crítico literário e cronista do jornal Público.
José Neves é professor
da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e
dirige a revista Práticas da História – a Journal on Theory, Historiography and
Uses of the Past.
