Poesia Alentejana

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sexta-feira, 29 de julho de 2016

ARNEIRO (Nisa): PCP promove sessão sobre o Tejo e o seu Aproveitamento

A Direcção da Organização Regional de Portalegre do PCP promove amanhã,sábado, dia 30, no salão da Junta de Freguesia de Santana em Arneiro, uma sessão e debate sobre "O Tejo: Potencialidades e Aproveitamento". A sessão conta com a participação de João Ramos, deputado na A.R., Vladimiro Vale membro da Comissão Política do Comité Central do PCP e de vários eleitos locais.
A sessão é aberta a todas as pessoas interessadas.

terça-feira, 3 de maio de 2016

ARNEIRO (Nisa): Caminhada pelo PR 4 - Trilhos do Conhal


No próximo dia 15 de Maio, a Junta de Freguesia de Santana, vai organizar um passeio pelo PR4.
Os interessados em participar, têm apenas que preencher a ficha de inscrição e escolher a opção pretendida.
A data limite de inscrição será a 12 de Maio
Ficha de inscrição para o passeio.
Basta imprimir, preencher, digitalizar e enviar para o email presidentejuntasantana@gmail.com, com o respectivo comprovativo do pagamento da opção escolhida.
Pode ser também efectuada a inscrição na sede da Junta de Freguesia de Santana.

Inscrições aceites até dia 12 de Maio

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

ARNEIRO (Nisa): Quercus alerta para centenas de quilos de lagostins mortos no rio Tejo

A associação ambientalista Quercus alertou hoje para a existência de centenas de quilos de lagostins mortos no Tejo, na zona do Arneiro, Vila Velha de Ródão, e garantiu que a água do rio se encontra "preta" devido à poluição.
"A água está com uma cor preta, escura, e os lagostins que estavam nas armadilhas dos pescadores estão todos mortos. São centenas de quilos", disse hoje à agência Lusa Samuel Infante, da Quercus.
Segundo o ambientalista, o alerta foi dado pelos próprios pescadores da zona, cerca das 10:00. Adiantou também que o Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da Guarda Nacional Republicana (GNR) de Castelo Branco e de Nisa já está a caminho de Vila Velha de Ródão.
"Infelizmente, apesar dos alertas e das denúncias, estas situações continuam a ocorrer. Sabemos que o Ministério Público está a tomar algumas diligências e a Quercus está também a preparar uma ação judicial".
Samuel Infante sublinha que o crime compensa: "Pagar multas não resolve a situação, têm que ser tomadas outras medidas mais eficazes".
O ambientalista disse ainda que "continuam a fazer-se descargas e os resultados estão aí, com a agravante de que se está num período de seca e que há um caudal menor [no rio Tejo] vindo de Espanha".
Nestas condições, as fontes de poluição "atingem ainda níveis de concentração mais elevados. Se o caudal do rio fosse maior, o impacto não seria tão grave", concluiu.
In LUSA – 19/8/2015